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Como e a personalidade de um juiz?

Como é a personalidade de um juiz?

A personalidade do juiz pode explicar diversos comportamen- tos, tais como dificuldade em condenar, atitudes agressivas, falta de pa- ciência, constante posição defensiva, medo, otimismo exagerado, super- ficialidade, humor instável, ira, indiferença, arrogância, dificuldades de relacionamento, timidez, temores.

É perigoso ser juiz?

Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta que 6 em cada mil magistrados estão sob ameaça no Brasil. Os riscos na atuação profissional são maiores para os juízes de primeira instância – a média sobe para 7 em cada mil – e menores para desembargadores, quando o índice cai para 2 por mil.

Como os magistrados judiciais julgam?

Os magistrados judiciais julgam apenas segundo a Constituição e a lei e não estão sujeitos ordens ou instruções, salvo o dever de acatamento pelos Tribunais hierarquicamente inferiores das decisões proferidas, em via de recurso, pelos Tribunais Superiores;

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Quando se manifesta o Poder Judiciário?

O Poder Judiciário só se manifesta quando as partes litigantes trouxerem o conflito de interesses a ser resolvido – não há, jamais, pronunciações ex officio. Quanto ao pronunciamento, dá-se a aplicação do caráter contencioso do Poder Judiciário, no qual o processo é desenrolado, e cada parte apresenta suas razões.

Qual a organização do Poder Judiciário?

A organização do Poder Judiciário está fundamentada na divisão da competência entre os vários órgãos que o integram nos âmbitos estadual e federal. A Justiça Federal é composta pelos tribunais regionais federais e juízes federais, e é de sua competência julgar ações em que a União, as autarquias ou as empresas públicas federais forem interessadas.

Como os juízes podem fazer declarações ou comentários sobre processos?

Os Juízes não podem fazer declarações ou comentários sobre processos, salvo quando autorizados pelo Conselho Superior da Magistratura, para defesa da honra ou para a realização de outro interesse legítimo (a este respeito cfr. a Circular nº 17/2008 do CSM)